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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Geração X, Geração Y, Geração Z ...

Recentemente tem havido uma necessidade de se nomear as gerações de forma a não alinhar com as mesmas características indivíduos de épocas diferentes. Até há pouco tempo atrás, quando nos referíamos a crianças, adolescentes ou pessoas de meia ou terceira idade acabávamos generalizando comportamento e características, independente da época em que viveram.
Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido.
Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.
Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes específicos

As principais classificações das gerações são:

Geração X
A primeira denominação moderna foi a que se denominou Geração X. Esta geração é composta dos filhos dos Baby Boomers da Segunda Guerra Mundial. (Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom estamos nos referindo). Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento, localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980.

Geração Y
A Segunda geração foi a denominada Geração Y, também chamada de Geração Next ou Millennnials.
Apesar de não haver um consenso a respeito do período desta geração, a maioria da literatura se refere à Geração Y como as pessoas nascida entre os anos 1980 e 2000. São, por isso, muitos deles, filhos da geração X e netos da Geração Baby Boomers.

Geração Z
Formada por indivíduos constantemente conectados através de dispositivos portáteis e, preocupados com o meio ambiente, a Geração Z não tem uma data definida. Pode ser integrante ou parte da Geração Y, já que a maioria dos autores posiciona o nascimento das pessoas da Geração Z entre 1990 e 2009.

Geração XY
Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.

Geração Alfa (ou Alpha Generation)
Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a próxima geração, de nascidos a partir de 2010, já tem nome: Geração Alfa. Poderão ser filhos, tanto da geração Y, como da Geração Z.

Outras definições
São consideradas ainda, classificação de Gerações:

After Eighty: Geração de Chineses nascidos depois de 1980 (equivalente à Geração Y para os ocidentais)

Beat Generation: Geração de norte-americanos nascidos entre as duas Guerras Mundiais

Lost Generation (Geração Perdida): Expatriados que rumaram para Paris depois da Primeira Guerra Mundial.

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Daniel Portillo Serrano é Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Marketing Pela Universidade Anhembi Morumbi, e pós graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Ibero-Americano - Unibero, Mestrando em Administração de Empresas pela Universidade Paulista - UNIP. É consultor de Marketing e Comportamento do Consumidor e editor dos sites Portal do Marketing e Portal da Psique . Tem atuado como principal executivo de Vendas e Marketing em diversas empresas do ramo Eletroeletrônico, Telecomunicações e Informática. É professor de Marketing, Administração, Estratégia, Comportamento do Consumidor e Planejamento em cursos universitários de graduação e pós graduação. Acesse aqui o Currículo Lattes de Daniel Portillo Serrano  . Veja um Vídeo do Daniel Portillo Serrano
 

Atuação nas Redes Sociais: Maior desafio para 2011 no Marketing Digital Read more: http://www.estrategiadigital.com.br/blog/tendencias/atuacao-nas-redes-sociais-maior-desafio-para-2011-no-marketing-digital


Posted on dezembro 25, 2010, under Tendências.
Seria impossível projetar oportunidades no marketing digital para 2011 sem levar em consideração os fatos mais importantes de 2010, certo?
Para um seguimento extremamente dinâmico devido a sua forte dependência com a internet, pensamos que o ato de integrar corretamente as redes sociais ao ambiente corporativo seja um enorme desafio não só para 2011 mas para os próximos anos principalmente.
desafios 2011
É claro que há muitos outros desafios como o aumento no preço dos links patrocinados para as palavras chave que materializam os desejos de consumo da classe C, ascensão do marketing de performance devido às compras coletivas ou a falta de mão de obra especializada para atuar nas agências digitais.
Porém, em nosso ponto de vista, nenhum desses desafios traduz a incompatibilidade que existe hoje entre a forma de “entender” a internet por parte dos gestores das empresas e a forma de “uso” da mesma pelas gerações Y e Z.

Justificativa…

Essa afirmação não tem apenas origem na ausência de familiaridade com as ferramentas e tecnologias da web 2.0 pelos gestores, mas também na falta de percepção sobre o poder que os internautas adquiriram nos últimos anos.
Através dos milhares de blogs existentes, sites de relacionamento como orkut e facebook, ferramentas de compartilhamento de informação instantâneas como o twitter, fóruns como o yahoo respostas, entre outros, as opiniões e pontos de vista dos internautas podem impactar centenas de potenciais clientes com apenas uma simples pesquisa no google.

E a conseqüência…

São necessárias novas ações e abordagens focando num maior respeito e abertura junto aos clientes e potencias clientes. O marketing invasivo deve ser substituído pelo marketing de relevância. O spam perde lugar para a relevância de conteúdo.
Portanto, o desafio é grande para as agências de marketing digital. Seus serviços relacionados à gestão de clientes e marcas nas redes sociais (social media marketing) devem começar na conscientização dos seus clientes visando à compreensão necessária sobre essa nova distribuição de poder.
Caso contrário, os resultados podem não ser satisfatórios…
Para finalizar, feliz natal e 2011 para todos os nossos clientes e leitores !
Rodrigo Sampaio
twitter.com/estrategiadig


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O que é RSS?

RSS ( ou ) é um recurso desenvolvido em XML () que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades destes, como atualizações do web site. Para isso, o link e o resumo daquela notícia são armazenados em um arquivo de extensão .xml, .rss ou .rdf. Esse arquivo é conhecido como Feed RSS. Assim o interessado em obter as notícias ou as novidades deve incluir o link do feed do site que deseja acompanhar em um programa ou serviço agregador de RSS.
A abreviatura do RSS é usada para se referir aos seguintes padrões:
  • Rich Site Summary (RSS 0.91)
  • RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
  • Really Simple Syndication (RSS 2.0)

Agregadores de RSS

Agregadores RSS tem a função de ler o conteúdo dos feeds que indexa e mostra-os em sua interface. Existem 3 tipos de agregadores RSS:
  • Navegadores:  São navegadores que já possuem agregadores implementados junto aos seus favoritos, como o Mozilla Firefox ou o Internet Explorer 7, assim você não precisa ficar com 2 programas abertos, você clica no ítem do Feed e ele abre automaticamente no seu navegador.
  • Programas: Como um cliente de e-mail, permitem que você leia notícias em softwares como o Microsoft Outlook e o Mozilla Thunderbird, por exemplo. Outros são capazes de verificar os sites listados em um intervalo de tempo definido por você e emitem um aviso sonoro ou visual assim que encontram uma notícia nova.
  • Serviços Online: São os leitores on-line, com destaque para o Google Reader e para o Bloglines. A vantagem destes serviços é que você consegue acessar os feeds que assina a partir de qualquer computador com acesso à internet, independente do sistema operacional.

Como o RSS surgiu Exemplo de um programa agregador de feeds RSS.

O padrão RSS surgiu no início de 1999 e é uma criação da equipe da Netscape, que "largou" o projeto tempos depois por não achá-lo viável. Uma empresa de menor porte, a UserLand, decidiu por continuar o RSS para aplicá-lo em suas ferramentas de blogs. Para isso, os desenvolvedores resolveram simplificar o código e, quando isso foi concluído, o RSS 0.91 foi lançado. A Netscape tinha trabalhado até a versão 0.90.
Paralelo ao trabalho da UserLand, um grupo de desenvolvedores continuou o RSS 0.90 baseando-o no padrão RDF. Logo, a versão 1.0 foi lançada por este grupo. A UserLand, no entanto, continuou seu trabalho, lançado versões como 0.92, 0.93 até que finalmente chegou à versão 2.0. Certamente, a UserLand daria a numeração 1.0 a esta última, mas essa seqüência já tinha sido adotada pelo outro grupo.
Na verdade, existem mais grupos trabalhando com RSS. É por isso que existem tantos nomes para essa tecnologia.
O que é RDF
RDF é a sigla para Resource Description Framework. Trata-se de uma especificação normalmente baseada em XML que tem como objetivo automatizar e ampliar recursos para a internet através de representação de informações. O RDF tem como base o trabalho de uma série de grupos que desenvolvem tecnologias de informação. Isso significa que o RDF não foi criado exclusivamente para ferramentas como o RSS, como muitos pensam. Na verdade, se estudarmos o RDF a fundo, veremos que ele tem utilidade em várias aplicações, como em sistemas de busca e mecanismos de compartilhamento de informação.

O que é Atom

Ao contrário de RSS, Atom não é uma sigla, mas também é um formato para divulgação de notícias. Há quem diga que esse projeto é, inicialmente, uma proposta de unificação do RSS 1.0 e do RSS 2.0. O Atom também é baseado em XML, mas seu desenvolvimento é tido como mais sofisticado. O grupo que nele trabalha tem até o apoio de grandes corporações, como o Google.
A grande maioria dos agregadores de feed disponíveis ao usuário suporta tanto as versões do RSS quanto o Atom. Para obter mais informações sobre essa tecnologia, visite seu site oficial: www.atomenabled.org.

O símbolo universal
O símbolo universal do RSS, usado praticamente por todos os softwares atualmente.

A partir de sua versão 1.5, o navegador de internet Mozilla Firefox passou a adotar um símbolo diferente para o RSS. Depois disso, o símbolo se tornou padrão para representar feeds RSS, isto é, se tornou universal. No caso do Firefox ou de outros programas compatíveis com RSS, basta clicar no símbolo em questão que geralmente aparece no canto direito da barra de endereços ou em um ponto específico da página visitada para que o feed do site acessado seja adicionado.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Dominios com Keywords é o ideal para estratégias de Seo

Já de longa data é notório como domínios com os termos exatos de uma busca em seu nome conseguem facilmente alcançar as primeiras posições. Naturalmente, isso impulsionou muitas mentes atentas a comprarem domínios ricos em termos de pesquisa mais comuns.
Assim, em tempos de domaining, a prática de comprar domínios com forte tendência comercial ou mesmo benefício de rankings, é fundamental saber como proceder com os domínios comprados, saber qual estratégia aplicar.
Neste artigo, levanto os 3 principais temas acerca deste contexto: as razões pelas quais domínios com os termos de busca em seu nome aparecem primeiro; o dilema entre priorizar domínios com keywords ou valorizar a marca; e estratégias a serem utilizadas com a compra destes domínios ricos em keywords. Boa leitura!

Por que não cria sites em flash, ainda

Algumas semanas atrás tivemos uma publicação de que o Google indexa sites em Flash. A Adobe lançou um novo Flash player específico para as search engines e agora ele está sendo usado pelo Google (o Yahoo está trabalhando para isso também).
É extremamente importante que as search engines trabalhem o máximo para conseguir ler toda a informação dos sites, e não somente o texto. Mesmo assim, isso não significa que todos os sites construídos em Flash passarão a rankear bem para todas as buscas e que não precisam de SEO.

Impotância do Conteúdo

Mesmo que o texto seja indexado, não podemos dizer que a maioria dos sites em Flash que temos por aí incluem tanto texto assim, o que é o primeiro problema. Embora haja muitas formas das search engines classificarem uma página como sendo sobre determinado assunto, o conteúdo dela com certeza tem um peso muito grande.

Desvantagens em relação ao HTML

Outro ponto, é que esse texto não estará tão bem organizado como em um arquivo HTML, onde temos tags (h1, por exemplo) para dar destaque a algumas partes do texto e dizer à search engine sobre quais assuntos nossa página está tratando. Uma página em Flash tem essa desvantagem.

Links

Digamos que o site já tem bastante texto, está bem dividido em categorias com assuntos e tudo mais. Se estiver tudo em um mesmo arquivo Flash e tudo na mesma página HTML, você vai ter só uma URL apontando para todo seu site, o que torna impossível que determinada área do seu site apareça nos resultados.
O que você pode conseguir é que sempre que alguém buscar por alguma das diversas keywords existentes no seu site e separadas em áreas diferentes, você apareça nos resultados para algumas delas, mas sempre com um link para sua página principal. Trazendo confusão para o usuário, que pode desistir de clicar no resultado do seu site, pois não sabe se realmente aquela index vai levá-lo ao assunto sobre o qual ele quer saber, assim como para a search engine, que mostrou seus resultados dessa forma justamente pela confusão causada.
Sem falar nos problemas que o usuário terá para enviar esse conteúdo para alguém, divulgar seu conteúdo em algum social bookmark ou mesmo favoritar aquela página em seu navegador.
Concluindo, é um passo importante que as ferramentas de busca tenham melhorado sua interação com esse tipo de tecnologia, e isso deve acontecer com muitas outras mais, mas não podemos ficar com a falsa idéia de que ela está perfeita e por isso não é necessário nenhum esforço no sentido de otimização de site.